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Brasileiros preferem investimentos de baixo risco; veja as aplicações favoritas

Apesar de menos rentável em relação a outros tipos de investimentos com riscos semelhantes, a poupança continua sendo a aplicação favorita dos brasileiros, segundo pesquisa da Allgoo, fintech especializada na digitalização de instituições financeiras.


Apesar de menos rentável em relação a outros tipos de investimentos com riscos semelhantes, a poupança continua sendo a aplicação favorita dos brasileiros, segundo pesquisa da Allgoo, fintech especializada na digitalização de instituições financeiras.

A poupança é a escolhida por 29% dos entrevistados, seguida pelos aportes em CDB e Tesouro Direto, com 27% e as ações com 4%. Esses investimentos vêm se desmistificando entre os brasileiros por contarem com segurança equivalente a da poupança – os CDBs também são garantidos pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito) e os títulos do Tesouro Direto está atrelado ao risco do país. Outras vantagens desses investimentos são o baixo aporte inicial e os ganhos acima da poupança – mesmo após o desconto do imposto de renda.

Do outro lado, 22% dos pesquisados disseram não ter nenhuma quantia sobrando e 19% deixam dinheiro parado na conta corrente.

Entre os que guardam dinheiro, 37% têm o objetivo de realizar sonhos de médio prazo, seguido por aqueles que poupam para emergências (21%), para aposentadoria (16%) e para incremento da renda. Outros 12% não investem.

Quando o assunto é valores, 27% investem até R$ 500 e 13% aplicam de R$ 1 mil a R$ 2.500. A maior parte (39%) dos entrevistados faz aportes mensais.

O levantamento também aponta que 34% busca informações sobre investimentos na internet, enquanto 25% simplesmente não busca informações. Os familiares e amigos são a escolha de 18% dos entrevistados, 13% buscam um consultor financeiro e apenas 10% vão ao gerente do banco. Ficou evidenciada também uma desconfiança com as orientação dos gerentes, com quase metade 48% afirmando não confiar nas informações passadas por eles.

A pesquisa foi realizada com 200 internautas em todo o Brasil e de ambos os sexos, sendo a maioria (59%) de 25 a 39 anos. A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais e o intervalo de confiança é de 95%.

Infomoney

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