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Flagrante foi feito no 6º Distrito Policial, localizado no bairro Piçarra. — Foto: Gil Oliveira/G1

Fisioterapeuta é preso suspeito de se passar por funcionário da Alepi para aplicar golpes

Segundo a Polícia Civil, Willanimy Petterson dizia buscar veículos para prestar serviços para a Assembleia Legislativa; vítimas chegaram a pagar mais de R$ 30 mil para ele.


Um homem de 31 anos de idade foi preso, em flagrante feito pela Polícia Civil, na terça-feira (12), suspeito de aplicar golpes em donos de veículos. Willanimy Petterson se passava por funcionário da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) dizendo ser responsável por alugar carros que, supostamente, prestariam serviços para a instituição.

Joatan Gonçalves, Coordenador da Força Tarefa da Secretaria de Segurança, do 6° Distrito Policial (DP), informou ao G1 que um grupo de pessoas de Demerval Lobão, que seriam vítimas, procurou a polícia, que flagrou o homem e fez a prisão. O coordenador disse ainda que esta é a segunda vez que o homem é preso pelo mesmo motivo.

“Fomos comunicados por um homem Demerval Lobão. Ele estava prestes a cair no golpe e procurou a polícia. Nós planejamos um flagrante para prendê-lo. Ele marcou encontro para receber o dinheiro da vítima na Avenida Barão de Guerguéia, em Teresina, e foi preso. Com ele nós encontramos documentos que eram repassados pelas vítimas”, declarou Joatan.

Nove vítimas já denunciaram o homem até o momento. Na primeira vez em que foi preso, há cerca de três anos, o coordenador informou que o fisioterapeuta se passava por funcionário da Prefeitura de Teresina que também era responsável por alugar carros.

Segundo a Polícia Civil, as vítimas davam dinheiro para o acusado, acreditando que o valor seria para “dar entrada” em documentações. Segundo Joatan Rodrigues, o valor que pagavam à Willanimy Petterson variava de acordo com o número de veículos que, supostamente, seriam cadastrados.

“Ele procurava as vítimas em portas de estabelecimentos e conseguia convencê-las no ‘boca-a-boca’. Ele pedia de R$ 8 a R$ 35 mil para cadastrar as documentações dos veículos. Dependendo do número de carros, o valor era maior. Em um dos casos, a vítima acreditava que teria quatro vans prestando serviços para Alepi e deu R$ 32 mil para Willanimy. R$ 8 mil por cada carro”, contou o Coordenador da Força Tarefa.

As vítimas eram convencidas de que lucrariam com os serviços prestados. “As pessoas estavam fazendo um investimento e, com os serviços que supostamente prestariam, recuperariam o dinheiro que era repassado ao acusado. Eles davam a entrada e nunca mais tinham contato. Ele só tinha esse único encontro com as vítimas”, relatou Joatan.

A polícia aguarda denúncias de outras vítimas e um inquérito será instaurado para investigar as denúncias.

Fonte: G1 Piauí

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